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Lua registrada em 30/08/2017 com ajuda do amigo Saulo de Aquino.

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Telescópio Celestron Maksutov-Cassegrain 127 mm, montagem Skywatcher AZ-eq5 e câmera ZWO ASI120MC. 15 imagens para o mosaico.

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Mosaico com nove tomadas de 1000 frames cada e empilhados 30% dos melhores frames. Telescópio Celestron Maksutov-Cassegrain 127mm; Montagem Skywatcher AZ-eq5; Câmera ZWO ASI120MC; Captura com ShapCap 3, processamento Registax 6 e pós-processamento Photoshop CS6. Registro feito do Observatório Draco Australis – Londrina – Paraná.

Fotografando pela primeira vez com a montagem AZ-Eq5 e Maksutov 127 com a câmera ASI120MC.

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À esquerda está o aglomerado globular Omega Centauri (NGC5139) e à direita está a Galáxia Centaurus A (NGC5128). Ambas situadas na constelação do Centauro estão apresentadas aqui em um mesmo campo de visão. O aglomerado está a aproximadamente 16 mil anos-luz de nós, dentro de nossa galáxia, a Via Láctea. Já a galáxia Centaurus A está situada a cerca de 12 milhões de anos-luz de nós e possui um incrível buraco negro em seu centro com massa de aproximadamente 55 milhões de vezes a massa do Sol. Imagem registrada com câmera Canon 600d modificada, lente Nikon Nikkor 180mm ED, montagem SW Star Adventurer. Foram 60 frames de 60 segundos cada. Imagem feita durante o X Encontro Brasileiro de Astrofotografia, Padre Bernardo-GO.

Encontros realizados

  • 1° EPAST – Primeiro Encontro Paranaense de Astronomia , foi nos dias 3, 4 e 5 de setembro de 2004, na cidade de Ponta Grossa, a cargo da SPCA – Sociedade Princesina de Ciências Astronômicas. (Lima Junior, 2004).
  • 2° EPAST – Segundo Encontro Paranaense de Astronomia , aconteceu nos dias 09, 10 e 11 de setembro de 2005, na cidade de Londrina, sob a tutela do GEDAL – Grupo de Estudo e Divulgação de Astronomia de Londrina. (Guerin, 2005).
  • 3° EPAST – Terceiro Encontro Paranaense de Astronomia , foi realizado em Maringá de 15 a 17 de setembro de 2006, a cargo do GCAA.
  • 4° EPAST – Quarto Encontro Paranaense de Astronomia em Curitiba, no Colégio Estadual do Paraná, no ano de 2007, sob a Tutela do CACEP.
  • 5° EPAST – Quinto Encontro Paranaense de Astronomia em Ponta Grossa, no ano de 2008, sob a Tutela da  SPCA – Sociedade Princesina de Ciências Astronômicas.
  • 6° EPAST – Sexto Encontro Paranaense de Astronomia em União da Vitória, no ano de 2009, a cargo do Observatório e Planetário Erna Gohl.
  • 7° EPAST – Sétimo Encontro Paranaense de Astronomia foi realizado novamente em Londrina nos dias 15, 16 e 17 de outubro de 2010, no campus da UEL – Universidade Estadual de Londrina e organizado pelo GEDAL – Grupo de Estudo e Divulgação de Astronomia de Londrina.
  • 8° EPAST – Oitavo Encontro Paranaense de Astronomia aconteceu em Foz do Iguaçu entre os dias 22 e 25 de junho de 2011, no Campus da Unioeste e do Polo Astronômico Casimiro Montenegro Filho, a cargo do SpySky Clube de Astronomia de Foz do Iguaçu.
  • 9° EPAST – Nono Encontro Paranaense de Astronomia foi realizado em Dois Vizinhos de 7 a 9 de Setembro de 2012 no campus da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e organizado pelo Grupo Centauro de Astronomia.
  • 10° EPAST – Décimo Encontro Paranaense de Astronomia em Marialva, no ano de 2013, a cargo do CAEH – Clube de Astronomia Edmond Halley.
  • 11º EPAST – Décimo Primeiro Encontro Paranaense de Astronomia em Realeza, de 20 a 22 de junho de 2014, a cargo do ARCAAA – Astrônomo Real Clube de Astronomia e Astronáutica Amadora.
  • 12º EPAST – Décimo Segundo Encontro Paranaense de Astronomia em Ponta Grossa, de 5 a 7 de setembro de 2015, a cargo da SPCA – Sociedade Princesinha de Ciências Astronômicas (Souza, 2015).
  • 13º EPAST – Décimo Terceiro Encontro Paranaense de Astronomia em Campo Mourão, de 21 a 24 de abril de 2016 na UTFPR-Campo Mourão.
  • O 14° EPAST ocorrerá em Pato Branco de 7 a 10 de Setembro sob a coordenação do GEAstro – Grupo de Estudos, Pesquisa, Extensão e Inovação em Astronomia.

Imagem antiga reprocessada. À esquerda está M8 conhecida com Nebulosa da Lagoa e que fica a 4850 anos-luz de distância, e à direita está M20 conhecida como Nebulosa Trífida que fica a 5200 anos-luz de nós. Ambas estão na constelação de Sagitário. A imagem foi feita em Marilândia do Sul no Castelo Eldorado durante o I Acampamento Astronômico do GEDAL. Telescópio Apo Sprit 100mm + câmera Canon 600D. Frames: 36x90s.

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O fenômeno da luz cinérea é a possibilidade de se observar a parte escura da Lua iluminada de modo tênue. Este é um fenômeno observável nos dias que precedem e sucedem imediatamente a fase de Lua Nova, após o quarto minguante e antes do quarto crescente.
Este fenômeno se deve ao fato de a Terra refletir uma porcentagem da luz recebida do Sol de volta ao espaço. Esta luz refletida pela Terra acaba por iluminar a parte escura da Lua que está voltada para a Terra.
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A imagem é uma montagem de duas fotos. Uma com exposição de 1/1000 de segundo e outra de 1/3 de segundo. Assim é possível observar a superfície da Lua iluminada pela luz refletida pela Terra (luz cinérea) e ao mesmo tempo a superfície da Lua iluminada diretamente pelo Sol (à direita).
Telescópio Celestron C11 + Câmera Canon 600D + redutor Celestron f/6.3.
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Apesar da grande poluição luminosa dentro de Londrina-PR, ainda é possível fazer imagens de céu profundo e com grande campo utilizando câmera DSLR. A imagem a seguir é do aglomerado globular Ômega Centauri feita do Observatório Draco Australis usando câmera Canon T3i e lente Nikon Nikkor 180mm ED, sobre uma montagem SkyWatcher Star Adventurer. Foram 25 frames de 20 segundos sem guiagem, ISO 800. Empilhamento no DeepSkyStacker e tratamento no Photoshop CS6.

Aglomerado Globular Ômega Centauri fotografado em grande campo.

Aglomerado Globular Ômega Centauri fotografado em grande campo.

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Omega Centauri ou NGC 5139 é um aglomerado globular situado na constelação do Centauro. Foi descoberto por Edmond Halley em 1677. Omega Centauri tinha sido incluído no catálogo de Ptolomeu 2000 anos atrás como uma estrela. O astrônomo inglês J. W. Herschel foi o primeiro a reconhecer como um aglomerado globular em 1830. Este aglomerado orbita nossa galáxia, a Via Láctea, sendo o maior e mais brilhante dos aglomerados globulares que a orbitam. É um dos poucos que pode ser visto a olho nu. Omega Centauri está a cerca de 15.800 anos-luz da Terra e contém milhões de estrelas. As estrelas de seu centro são tão interligadas entre si e acredita-se estarem apenas 0,1 anos luz umas das outras. Sua idade estimada é de cerca de 12 bilhões de anos.

Especula-se que Omega Centauri possa ser o núcleo remanescente de uma galáxia anã que foi satélite da nossa Via Láctea. Esta galáxia teria um tamanho centenas de vezes superior ao atual aglomerado e foi fragmentada e absorvida pela nossa galáxia. A química e a dinâmica de Omega Centauri são consistentes com essa hipótese.

Relatado em 2008, um artigo no Astrophysical Journal, astrônomos alegaram ter encontrado indícios de um buraco negro de massa intermediária no centro de Omega Centauri. As observações foram feitas com o Telescópio Espacial Hubble e o Observatório Gemini, em Cerro Pachón, no Chile. O Hubble mostrou como as estrelas estão amontoadas próximo do centro de Omega Centauri. Medindo a velocidade das estrelas rodando perto do centro do aglomerado com o Observatório Gemini, os astrônomos descobriram que as estrelas mais próximas do núcleo estão se movendo mais rapidamente do que as estrelas mais distantes. A medida implica que alguma matéria invisível está no centro puxando as estrelas perto dela. Comparando estes resultados com os modelos, os astrônomos determinaram que a causa mais provável é a atração gravitacional de um maciço, denso objeto. Eles também utilizaram modelos para calcular a massa do buraco negro.

Na imagem, a estrela amarela e mais brilhante é Antares, a estrela mais brilhante da constelação do Escorpião e que fica a 600 anos-luz de nós. O aglomerado de estrelas à esquerda dela é M4 (messier 4) e fica a 7200 anos-luz de distância. Aquisição da imagem: Canon 600D e lente Nikon Nikkor 180mm ED Ai-S. Processamento: DSS e PS.

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